10 outubro 2008

Tereza VI

Na casa de Tereza, há manchas invisíveis de tristeza pelas paredes. No coração dela, lama. O sol lhe castiga as costas - de negra que é - e o vento seco rasga o nó da garganta, enquanto muriçocas picam sem dó o seu único amor. Tereza posa de heroína que não é e nunca foi; nem de si, nem dos outros. Posa de auto-suficiente, dispensa o apoio dos amigos. E morre inteira. Só e perneta.

Notícias literárias

O poeta Jean Narciso teve seu nome incluído em antologia internacional. Quer ver? Aqui.

Amanhã, rola Festa da Umbigada na livraria do Odeon, na capital carioca, com participação do escritor cearense Carlos Emílio Corrêa Lima. Haverá lançamento de livros. Entre eles, Maria do Monte, o romance inédito de Jorge Amado.

Também amanhã, na biblioteca Governador Menezes Pimentel, em Fortaleza, acontece o evento Criança gosta de brincar e de ler, com palestras, exposição de livros usados, recreação, shows etc. Mais informações pelo e-mail: bibliotecacultural@secult.ce.gov.br.

2 comentários:

Jean Narciso disse...

Olá,Liana,

Agradeço muito a sua rapidez na retificação do equívoco, fiquei alegre com a sua coragem ao assumí-lo. Deste modo é possível ver que você é uma pessoa admirável.

Setor Literário Sul disse...

Jean, agradeço suas palavras. Sinta-se sempre bem vindo.